segunda-feira, 30 de julho de 2018

Viaje pra Dentro - Qual é a minha missão?

Bem vindo... Bem vinda... a nossa quinta semana do projeto Viaje pra Dentro. Na semana passada a gente falou um pouco sobre propósito, porque viemos pra terra, quem a gente nasceu pra ser?

Hoje a gente vai falar sobre paixão, sobre a nossa missão. De que maneira a gente pode expressar o que a gente é. Qual trabalho mais identifica o nosso propósito.

Bom, a gente já falou sobre como o universo é abundante, com infinitas possibilidades e aprendemos como fazer um filtro nessas possibilidades, né? E tudo isso a gente fez pra nos preparar e chegar onde chegamos hoje.

Conheço muita gente infeliz no trabalho, pessoas que sentem estar desperdiçando seu tempo, que não estão ligadas com seu propósito. E eu sou uma dessas pessoas. E se você se identificou, calma. Você não está sozinho. O engraçado é que no mundo de hoje é cada vez mais comum ouvir casos de pessoas despertando e se encontrando nessa situação. Somos uma geração que cresceu seguindo "a boiada", fazíamos o que era melhor pra média, tínhamos como receita da felicidade: estudar, se formar, ter um trabalho legal, casar, ter filhos, envelhecer e morrer.



Mas, muitos de nós descobriram que essa receita não se encaixa no que a gente entende como felicidade. E não estou criticando quem acha que é. Fico feliz em saber que a pessoa é feliz, independente do "como". E ainda tem muuuuitas pessoas que "sim", essa receita faz todo o sentido. Mas, e pros outros? O que podemos fazer pra sermos felizes? Dizem que essas pessoas são os adultos índigos, pessoas que nasceram mais preparadas para a era de aquário.

Primeiro, não se preocupe de ser diferente, querer algo diferente ou, simplesmente, não querer algo que todo mundo quer. Seja grato pelo que tem, e se não te serve mais, simplesmente deixe pra la.

Aí muitas pessoas questionam: Mas, se todo mundo fizer o que ama, quem vai fazer o que ninguém quer fazer?

Saiba que é possível sim fazer o que ama, ou então, amar o que faz. O segredo é: colocar seu propósito no que faz. Por exemplo, tem gente que ama ensinar, mas, trabalha como auxiliar administrativo no mundo corporativo. Essa pessoa da o seu melhor no seu trabalho, ensina as pessoas ao seu redor, sobre o oficio e sobre coisas da vida e, ainda, pode ensinar como hobbie nas horas vagas, uma língua, um instrumento, ou reforço escolar.

Nem todo mundo precisa colocar o violão no saco e sair por aí. É possível sim amar um trabalho trivial, colocar seu propósito nele e transformar em sua paixão. Não há mal algum nisso. O que importa é estarmos inteiros em tudo o que a gente faz, dar nosso melhor e ser feliz.

Mas, tem aquelas pessoas que simplesmente não conseguem amar o que fazem e sofrem com a segunda-feira e são reis em acionar a opção soneca do despertador. Essas pessoas precisam urgente se encontrar, porque essa não é a maneira correta de se viver.

Conheço muito bem a sensação de embrulho no estômago só de pensar no que te espera na mesa de trabalho. E tentei aplicar várias técnicas para se aprender a amar o que eu faço: fiz uma lista de coisas que eu gostava no que eu fazia (afinal eu não odiava tudo né). Adorava o ambiente, as pessoas, me sentia realizada quando conseguia ajudar alguém. Mas, sentia um vazio quanto a minha missão, quanto ao que eu entregava no fim do dia. E foi depois de muito me afundar nesses sentimentos negativos e sufocantes que resolvi dar meus primeiros passos (e ainda estou neles... um passo de cada vez e sempre de olho no meu GPS interno).
Foi nessa busca que descobri muito material incrível disponível, palestras e pessoas que me enriqueceram muito. E algo que me ajudou profundamente foi um ebook gratuito disponível na internet chamado: Paixão: Modo de Usar da Paula Abreu. Baixe sua cópia gratuita aqui.

E como exercício da semana eu te proponho baixar esse livro e fazer os exercícios propostos nele junto comigo. Tire uma hora do seu dia, respire fundo, acalme a mente, deixe a ansiedade de lado e leia esse livro. Ele tem 32 páginas, gente. E é cheio de figurinhas. Então relaxa.

No decorrer da semana eu vou compartilhar com vocês os meus exercícios e vou ficar aguardando o de vocês. Combinado? No final do livro pode ser que você descubra a resposta que tanto procurava e eu espero que você me conte (sou muito curiosa poxavida). E pode ser que você não descubra exatamente o que é, mas, eu tenho certeza que ele vai te abrir a mente, vai te dar vários insights e te deixar mais perto da resposta.

Eu já fiz ele uma vez e eu terminei assim, sem uma resposta definitiva. Mas, aquilo entrou na minha cabeça e eu comecei a me observar, a observar as respostas do universo e foi cada vez ficando mais claro. E quando as respostas começaram a surgir, eu pensava: mas eu já sabia disso. E ficava lembrando das coisas que eu fazia e que tinha tudo a ver com o que eu tanto procurava fora, e já estava dentro. E eu sou muito grata a esse livro, e é por isso que eu compartilho ele aqui hoje com vocês. Como uma ferramenta preciosa, um presente especial.

OBS: quem não conseguir baixar o livro no link que eu passei, deixa o e-mail nos comentários que eu envio uma cópia do meu.


Desejo a todos uma semana incrível, cheia de descobertas e alegrias.

Um beijo.

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