sexta-feira, 22 de junho de 2018

O parágrafo de um livro...

22. Pegue o livro mais próximo, abra na pagina 27, leia o primeira paragrafo e escreva algo baseado nisso



A maior lei de Deus, a lei que Jesus pregou em sua passagem pela terra foi o Amor. Nós nascemos do amor, e somos só amor quando bebês. Seres iluminados, mesmo que com uma grande carga emocional vinda de vidas passadas, somos amor. No decorrer da nossa existência material, acabamos nos corrompendo, sofrendo decepções, nos moldando aos acontecimento materiais e perdemos nossa essência.

Mas, nossa alma nunca deixa de ser amor e ela quer sempre voltar para seu estado inicial. E aí começa a nossa jornada em nos tornarmos luz, amor.

Passamos a vida tentando nos tornar pessoas melhores, dignos desse amor puro e libertador.

Cada pessoa tem sua crença, alguns acreditam em um Deus, outros acreditam em vários deuses e outros acreditam em nenhum. Não devemos julgar nenhum deles, cada um tem a sua verdade. Eu conheço muitos ateus muito mais espiritualizados do que outros que se dizem tementes a Deus. Por isso que cada um precisa trilhar seu próprio caminho e tirar suas próprias conclusões.

Mas, o que é universal é o Amor. Ele pacifica, ele consola, aquece e completa. A física quântica diz que o amor é o nível maior de vibração. Pessoas que vibram no amor são seres iluminados, mentores espirituais.

As vezes ficamos desanimados e as vezes até descrentes com certas atitudes humanas, desses nosso irmãos que ainda estão numa escala evolutiva baixa, que causam dor, sofrimento e injustiças. Na maioria das vezes nossa reação é blasfemar, odiar e até de fazer o mal contra essas criaturas. Mas, mesmo sendo difícil, a única solução nesses casos é o amor.

É um assunto difícil e até polemico muitas vezes, ainda mais porque não compreendemos muitas coisas. Mas, a dica é: ame mais, ame todos os dias e pouco a pouco vamos mudando o mundo.

Autobiografia de um Yogue

Amar a ambos, ao Deus Invisível, repositório de todas as virtudes, e ao homem visível, aparentemente destituído de qualquer virtude, é muitas vezes, desconcertante. Mas a inteligência do homem está à altura do problema. A pesquisa interior não tarda em mostrar uma unidade em todas as mentes humanas: o forte parentesco dos motivos egoístas. Pelo menos nesse sentido, revela-se a fraternidade dos homens. Uma assombrosa humildade segue-se a este descobrimento nivelador. E amadurece em compaixão por nossos companheiros de jornada, cegos às potências curadoras da alma que esperam por exploração.


Um beijo.

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