segunda-feira, 3 de julho de 2017

Como é fazer um Cruzeiro pela Royal Caribbean (parte 4)

Hoje é dia do último porto, última parada do cruzeiro. Nosso destino era St. Marteen. Já adianto pra você que foi a ilha que eu mais gostei. E não sei nem explicar o porque. Mas, acho que foi uma sequencia de coisas que vou contar no decorrer da história.

Chegando no Porto, nós e mais uns 4 cruzeiros gigantes, ou seja, ilha lotada hehehe. Pegamos um transporte até a Maho Beach, aquela praia famosa que fica colada no aeroporto Princesa Juliana, sabe? Que tem aquelas fotos famosas dos aviões pousando pertinho da areia e com turistas rolando até a água hahaha.



A gente não teve paciência de esperar um avião grande, mas, vimos vários aviões menores pousando. Haviam me dito que a praia era feia e suja... hahahahaha a praia é maravilhosa e água é cristalina e quentinha. Só achei ela meio perigosa, a onda quebra bem no raso, ou seja, você da dois passos e alí onde a onda quebra tem um buraco onde não da mais pé. Como eu sou medrosa e não sei nadar muito bem, fiquei com medo de morrer hahahaha. Mas, a praia é ótima.



Pegamos o transporte em direção a Downtown beach, que fica pertinho do porto onde estavam os navios. Alugamos 2 espreguiçadeiras com guarda-sol e boias e ficamos lá o resto do dia. Só de bobeira, revezando entre a cadeira e o mar.



Eu não gosto muito de praia com areia cheia de concha, pedra, coral, etc, sabe? Por nojo e desconforto... E essa praia era só areia, meus pés sorriram hahaha. Praticamente sem onda e com água quentinha, essa foi de longe a melhor praia da viagem. Já queria morar ali hahahaha, pra variar.

Depois de passar um tempão ali, só de bobeira, fomos até o Hard Rock café que ficava do outro lado da rua. Isso foi outra coisa que eu gostei nessa praia, a infraestrutura. Tudo pertinho, podia ir a pé. Compramos alguns souvenirs e fomos pegar o ferry em direção ao porto. Tem duas maneiras de chegar ao porto: de ferry ou de taxi. Ferry é a maneira mais rápida e barata.

E o motorista / piloto / capitão do ferry era um cara muito legal. Super na vibe Bob Marley... Cantando, dançando e desejando energias positivas, sabe? Muito legal.

Chegamos no porto e voltamos para o navio. Aquele esquema de sempre: recepção na entrada do navio com água, álcool em gel e várias verificações do cartão.

Feito isso, fomos até o na área de esportes do navio, onde tem buffet pra montar hambúrguer. Montamos uma salada ceasar (sério, o melhor molho de salada da minha vida, nunca comi tanta salada na vida hahaha) e depois montamos um hamburgão hehehe.



Peguei um sorvete ali perto da piscina e fiquei de bobeira pelo navio.

A noite tentamos a sorte no cassino mais um pouquinho, jantamos e fomos passear pelo navio. No deck 6 tem uma lojinha de ursinhos que você escolhe o urso e pode ajudar a encher de espuma, sabe? Ele vem vazio. É pra crianças, claro. Como se fosse uma fábrica de ursos de pelúcia.

A menina que atende nessa loja era uma brasileira. Engraçado que, todos os brasileiros com que conversamos (encontramos ela, um menino que limpava o restaurante e outro menino que ficava no balcão de informações) todos eles não se consideravam brasileiros, nem se consideravam de nenhum lugar. Porque viviam viajando.

Ela tinha uma posição maior dentro do navio, trabalhava menos do que a maioria e tinha mais folgas, podia descer nas ilhas e tudo mais. Conversamos um monte com ela, como a loja estava vazia, ela adorou ter alguém pra passar o tempo hehehe.

Assistimos a um filme no aqua theater, só um pedacinho de StarTrek e assim terminou mais um dia de cruzeiro.

Um beijo.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...