quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Indo para o Chile

Hoje começa o meu diário de bordo passo a passo sobre a viagem inesquecível para o Chile em 2015 no período de neve. Aqui vou contar em detalhes o meu roteiro, os lugares que visitei, o que achei, preços e tudo mais. Espero que gostem e, se tiverem alguma dúvida, deixem nos comentários que eu vou adorar responder.

Dia 1 - Aeroporto e chegada em Santiago do Chile

Fomos para o aeroporto de Guarulhos pela NGT Nova Guarulhos Transportes. Eu gosto dessa empresa porque tem um preço justo e os taxis não são identificados, sendo assim, mais seguro contra roubos e sequestros. Além disso, o preço deles é fixo, ou seja, se houver trânsito, você não paga a mais por isso.

Existe uma opção de Transfer para o Aeroporto de Guarulhos, que é uma linha de ônibus (257 e 299) que sai do metrô tatuapé e custa R$5,15 por pessoa. Nunca usei, mas, pelo preço deve valer a pena.

Chegamos no aeroporto, fomos fazer o checkin. Na fila da SKY Airlines tinha um monte de gente super empolgada com a viagem, foi aí que eu peguei a dica de pegar transfer no aeroporto de Santiago, ao invés de ir de taxi.  A menina da decolar.com veio na fila pegar nosso nome, não sei pra que.



Fizemos nosso checkin, despachamos as bagagens e fomos almoçar (um almoço tarde hehe) no novo Red Lobster que abriu dentro do aeroporto. Eu não tinha achado nada de mais o Red Lobster em Naples, achei que havia sido a minha escolha de prato. Mas, dessa vezes, tirei minhas dúvidas: muito nome, pouco sabor. A melhor parte é: o pãozinho da entrada. É o melhor que já provei. Da vontade de comer só ele.




Nosso vôo era para sair de São Paulo às 17:50, mas, houve um atraso por conta de manutenção em Santiago sem aviso prévio e acabou saindo às 19 horas. Por conta do atraso, a companhia aérea (Sky Airlines) nos deu um voucher de alimentação para buscar em uma cafeteria do aeroporto que nos dava direito a um sanduíche e uma bebida.

Depois de cerca de 5 horas, chegamos em Santiago. É preciso preencher dois documentos. Um para a imigração e outro para a aduana.



As passagens de ida e volta foram compradas no site decolar.com (mais detalhes aqui).

Ao passar pela imigração, o oficial irá entregar um documento, esse documento deverá ficar com você durante toda a viagem, será necessário apresentar em todos os hotéis e na saída do país também. Esse documento é muito importante. NÃO PERCA.



Os chilenos pagam imposto para reservar hotel, o papel que o oficial da imigração te da na entrada comprova que você é estrangeiro, isentando assim, desse imposto.

Depois da imigração, é necessário passar por uma outra fiscalização, para eles se certificarem que não está entrando nenhum produto de origem animal no país. Jogue fora os lanchinhos que tiver na sua bolsa.

Pegamos um transfer na TurBus do aeroporto para Santiago, no valor de 1600 pesos por pessoa (um taxi para o mesmo percurso custa em média 18000 pesos). O transfer nos deixou em frente ao terminal alameda. Mas, como já era tarde (passava da meia noite, por causa do atraso do vôo), ele estava fechado e tivemos que continuar o trajeto de taxi, até o hotel (Soho Apartment - Calle Miraflores 455) foram 6000 pesos.

A gente ia pegar um ônibus, um local até nos ajudou, informando qual linha pegar, porém, como a gente ainda não tinha comprado a Tarjeta Bip! não foi possível pegar o ônibus (não aceita dinheiro).

Ficamos receosos por sabermos da fama dos taxistas de Santiago, mas, não tivemos problemas, e inclusive, tivemos uma aula de história com o taxista, que foi nos mostrando os pontos turísticos do caminho. Acerte o preço da corrida antes de entrar no taxi, eles não possuem taxímetro.

Eu nunca tinha ficado em apartamento, somente hotel. Mas tive uma experiência boa. Chegamos no saguão e a chave estava com o porteiro. Nosso apartamento ficava no 16º andar.

Tinha cozinha completa, equipada com tudo que fosse necessário, balcão, 3 cadeiras, sofás, televisão, armários, banheiro com banheira e um modem wifi só pra gente hehehehe.



Notamos que havia somente uma toalha de banho. Identifiquei o número do escritório e fiquei de ligar no dia seguinte. Afinal, se não ligasse para avisar, eles poderiam me cobrar a toalha, achando que eu a tivesse pegado para mim.


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