terça-feira, 6 de outubro de 2015

Conhecendo os pontos turísticos de Santiago no Chile

Hoje vou continuar contando como foi o nosso dia a dia no Chile. Nesse segundo dia, aproveitamos para conhecer os pontos turísticos de Santiago.

Nota: Para ajudar na conversão dos valores de peso para real, sugiro calcular 1 real = 200 pesos ou 5 reais = 1000 pesos.

Acordamos e esperamos amanhecer (o sol nascia em média as 8:30 da manhã). Liguei para o escritório que cuida da locação do apartamento e avisei que faltava uma toalha de banho, disseram que iam trazer outra toalha ainda naquele dia (o atendimento é todo em espanhol).

Como a previsão era de chuva e as montanhas não estavam abertas para subir, fomos passear pela cidade. Tomamos café em um dos milhares de cafezinhos da cidade, comemos 1 empanada e 1 café cada (4000 pesos).

Sobre o preço da comida: fizemos uma comparação de Santiago com São Paulo e o valor da comida em qualquer lugar é bem semelhante a cidade brasileira.

Fomos caminhando até a Plaza das Armas, onde terminamos o café e tiramos umas fotos.



Em agosto de 2015, a troca da guarda acontecia todos os dias ímpares. Aproveitamos para ir caminhando até o palácio da moneda para assistir a troca da guarda. O caminho até a praça é lindo, cheio de prédios antigos com uma arquitetura de babar. A troca da guarda vale a pena de ser vista. É um espetáculo muito bonito. Com muita música e sincronismo.



Dali, pegamos informação com um guarda de onde era o metrô mais próximo e a estação moneda da linha vermelha fica ali pertinho. Basta avistar a placa com 3 diamantes vermelhos, não tem erro.

Compramos a tarjeta bip (1500 pesos) e carregamos 10000 pesos nele. Cada passagem de metrô custa 660 pesos. Fomos até a Rodoviária Alameda (estação Universidade de Santiago) para comprar nossas passagens de ônibus para Temuco (não consegui comprar pelo site porque pede o RUT, documento chileno).

Compramos na TurBus, que foi a empresa que todos os blogs recomendavam. A empresa é gigante, domina o transporte de quase todo o Chile. Pagamos 7600 pesos a ida e 11800 a volta por pessoa.

Nota: As meninas usam muito curvex, inclusive dentro do metrô.

Pegamos o metrô e fomos até a estação Los Dominicos, onde tem o centro artesanal de los dominicos. O lugar é bem bonito, imita um vilarejo antigo dos índios. Com uma vista linda das montanhas. Mas eu achei bem caro. Um casaco de lã de alpaca custa 25 mil pesos (perto do cerro santa lucia tem uma feira de cultura Mapuchi onde o mesmo casaco custa 8500 pesos). Ou seja, se quiser visitar, por ser um lugar bonitinho, vá. Se for só pra fazer compras, prefira a feira do cerro santa lucia.



Pegamos o metrô de volta até a Plaza das armas (é necessário uma baldiação em baquedano para pegar a linha verde). De onde fomos caminhando até o Mercado central onde almoçamos a famosa cetolla (carangueijo gigante) no restaurante Rincon Marino. Foi 55 mil pesos com ceviche de entrada, 3 acompanhamentos e bebida inclusa (vinho, cerveja, pisco sour, etc). Eles descascam toda a cetolla, você só tem o trabalho de comer hehehehe.



Lá dentro do mercado você precisa pechinchar. Tem vários restaurantes que servem a Cetolla, cada um com um preço e com acompanhamentos diferentes. Eu me senti um pouco enganada no restaurante que eu escolhi, porque os acompanhamento (mesmo parecendo bastante coisa) não eram muito bons, mas, tudo bem.

Compramos uma água de 500ml na rua e pagamos 600 pesos, com o mesmo valor é possível comprar uma garrafa de 1.6l no mercado. Recomendo comprar a água da marca VITAL, ela não tem aquele gosto de soro que algumas marcas tem.

Compramos mais algumas coisas no mercado, além de água. Experimentamos alguns chocolates e salgadinhos que não temos no Brasil. Tem também alguns alfajores que valem a pena experimentar, a gente comprou da marca Laguito.



Quando passamos no apartamento para deixar as compras, ainda não havia sido entregue as toalhas, então, liguei de novo para o escritório. E mais tarde eles trouxeram as toalhas e tudo ficou certo hehehe.

Continuamos nosso passeio pelo centro de Santiago, fomos caminhando até a biblioteca (um prédio imenso e lindo que até entramos pra visitar). Fomos também até as ruas Londres e Paris, todas de pedra, com prédios antigos, uma beleza bucólica. Alí perto também está o museu colonial e a igreja San Francisco que, de acordo com o nosso taxista, a construção é de 1500, uma das mais antigas da cidade.



Na volta ao apartamento, paramos para um café da tarde em uma das milhares padarias da cidade. É gritante o gosto dos Chilenos por doce. Eles são de encher os olhos... hmmmmm! Um café e 2 doces saíram 2000 pesos. Alguém me explica a paixão dos chilenos por Donuts? Eles estão por toda parte. Um dos doces que experimentamos era tipo um alfajor, chamado Mendocino, bem gostoso.



Como eu quase não gosto de andar (nesse dia andamos cerca de 16km, mas só assim pra se conhecer bem uma cidade) fomos caminhando até o Pátio Bella Vista, onde tem várias opções de restaurante. Mas, na verdade eu achava que haviam lojas e até cinema nesse lugar. Como não estávamos com fome, demos uma volta e voltamos.



No caminho, atravessamos o rio Mapocho, quando o tempo está aberto é possível se ter uma bela vista das montanhas nesse ponto. Na volta, a gente achou que já estava dominando a cidade, então, pegamos uma rua e a seguimos. É claro que nos perdemos. Cansados, sem GPS e estava escurecendo. Pedimos informação para um guarda, andamos mais um pouco até que eu achei uma rua conhecida. Ufa! Achamos o apartamento hahahaha.



A noite, como a gente havia comido o dia todo, comemos salgadinho e cookies, porque estávamos sem fome. E descobrimos que o cookies da marca chilena Costa é bom demais. Experimentem. Experimentamos também o inka cola, um refrigerante bem estranho, não curti hahahaha.

Como não houve checkin para entrar no hotel, o pessoal do escritório da locação, pediu para que eu enviasse meus documentos por e-mail. E nesse momento eles pediram aquele documento que eu mencionei anteriormente, que é dado na imigração. Esse documento é usado para comprovar que somos estrangeiros e assim somos isentos do imposto pago pelos chinelos para se hospedar em hotéis. Se não me engano, o imposto é de 19% sob o valor da estadia.

Uma coisa que me chamou muito a atenção é que dentro de todos os comércios tem uma espécie de serragem no chão e aquilo me intrigou um pouco. A gente achava que era por conta da umidade. E, pesquisando na internet, achei alguns relatos dizendo que é para evitar que as pessoas escorreguem. Deixa tudo sujo e um pouco nojento, mas achei interessante hehehe.


Entrei em contato com a empresa que eu havia agendado o transfer para Valle Nevado e Farellones, para ver se o tempo tinha melhorado para subirmos. E para minha alegria: simmmmm. Tudo certo para subirmos a Farellones no próximo dia. As 6:40 minha carona vinha me buscar. Obaaaaaa.

Não perca os próximos dias da viagem.


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