quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Stand de tiro em Miami

Hoje no diário de bordo vim contar sobre um dia maluco da viagem. Se você achava que a viagem já estava louca, espera eu contar sobre o lugar que fomos hoje.



Acordamos e fomos tomar café no Denny's perto do hotel. Eu queria uma panqueca padrão, mas, acabei pedindo panqueca de cinnamon. E eu acabei descobrindo, da pior forma, que cinnamon quer dizer canela em inglês hahahahahaha. Minha panqueca veio banhada numa calda de canela super forte. Mas, tudo bem hahaha.



Estava chovendo, então, passamos no hotel e lá pelas 11 horas saímos em direção a Miami Downtown para a nossa grande aventura: Lock and Load, um Stand de Tiro.

Eu estava super nervosa, com medo e, ao mesmo tempo, super animada.

Chegamos lá, mas abria somente as 12h, então ficamos lá esperando. Junto com a gente chegou mais algumas pessoas. A gente ficou lá vendo dois homens carregando um caminhão com cartuchos de balas. Tambores imensos e pesados, cheio deles.

Ainda faltava uns 15 minutos para o meio dia, o dono veio a porta e disse que ia abrir antes, já que estávamos ali esperando. Nossa, quando isso aconteceria no Brasil? Aqui, não importar quantas pessoas estão esperando, eles costumam atrasar hahaha.


Entramos e logo fomos atendidos por um dos atendentes do local. Ele perguntou se tínhamos hora marcada. Mas, eu nem sabia que podia agendar pra dar uns tiros hahahaha.

Ele nos explicou como funcionava, nos deu um "cardápio de armas" e nos deixou escolher.


O Stand de tiro tem alguns pacotes prontos "à lacarte" ou então você tem a opção de montar seu próprio pacote. A gente resolveu montar o nosso pacote.

O meu pacote era: revolver, MP5, shotgun e AK47. O do Ronan era praticamente igual, só mudou o revolver pela Beretta. Cada arma tinha uma quantidade de tiros que variavam de 10 a 25 tiros.

Ficamos lá esperando a nossa vez de atirar. E na "sala de espera" tinha várias armas na parede, que podia pegar pra tirar fotos. Tinha até um helicoptero de verdade no teto.



Conversamos um pouco com o dono, ele nos perguntou de onde éramos. E quando soube que éramos brasileiros ele disse: No brasil só a policial pode ter armas, né? E eu respondi: A polícia e a favela. hahahahahaha

Quando chegou a nossa vez, o nosso instrutor (Michael), que era um veterano de guerra, veio nos buscar. Ele nos levou numa salinha, nos deu instruções de como se comportar, como segurar as armas e tudo o mais. Super atencioso e com muuuuito conhecimento.

A gente colocou os protetores auriculares, o óculos e entramos na sala de tiro (ou seja lá como chama o lugar onde se atira hahahaha).

Ele colocou o nosso alvo no lugar, pegou a primeira arma da lista (no caso o meu revolver e a beretta do Ronan) e começou a preparar tudo.

O Ronan foi primeiro. Depois ele me chamou, mostrou como segurar a arma e pediu para eu apertar o gatilho com a arma ainda descarregada. Depois, ele carregou a arma e foi me ajudando e instruindo a todo momento: como segurar, como carregar, como mirar, como atirar.

Em nenhum momento a arma ficou apontada pra uma pessoa ou pra outro local que não fosse o alvo. Eu me senti super segura. O local é tão profissional que tem pacotes para criança poder atirar, com toda segurança. Doidera.

Eu achei super difícil de engatilhar o revolver. É duro e o meu polegar não é comprido o suficiente hahahaha.

Já Ronan foi esperto e pegou a arma automática, bem mais fácil hehehehe. Mas nada como atirar com um revolver, eu adorei. Queria uma magnum hahahaha, mas não tinha.

A segunda arma foi a MP5. O legal dela é que a mira é diferente, e ela é super precisa. Ele deixava eu atirar um pouco com ela na opção semi-automática. E depois, ele mudava um pino na arma que deixava ela automática, ela continua atirando sem parar até soltar o gatilho.  Já, na opção semi-automática, ela da apenas um tiro por vez.

Eu, particularmente, prefiro a opção semi-automatica. É mais facil pra controlar a arma e talz ehhehehe.

Também tive um sério problema em conseguir mirar com o olho direito. Eu não consigo fechar o olho esquerdo direito. Aí mirava toda torta hahahaha. Pensei seriamente em pedir um tapa olho igual de pirata, sabe? hahahaha ou igual ao Tom Cruise em Operação Valkyria.

O Ronan foi o primeiro a atirar com a Shotgun e já no primeiro tiro ele olhou pra mim e disse "Meu, tu não vai gostar, machuca muito... Pede pra trocar". E meio que a contra-gosto deu os 10 tiros que ele tinha direito hahahaha. Depois ele me mostrou o ombro dele todo roxo, com marcas de sangue.

Quando chegou a minha vez, o instrutor perguntou se eu ia mesmo querer atirar de shotgun, antes mesmo que eu pedisse pra trocar. Aí eu disse que preferia trocar e ele me sugeriu uma UZI e eu aceitei.



Como ele não tinha uma UZI preparada, ele trouxe a AK47 pra eu atirar. E, por ela ser de uma calibre grande também, dá vários coices. Atirar com ela no modo semi-automatico até vai, agora... No automático é uma arma letal contra inimigos, amigos e a si próprio hahahahaha.

Mas foi uma experiência legal. Primeiro eu treinei sem balas e, quando ele carregou a arma com as balas, ela deve ter ficado uns 80% mais pesada (isso que todas elas já são super pesadas naturalmente hahaha).

Outra coisa diferente na AK47 é que voa polvora pra todos os lados. Vem aquela nuvem quente e cheirando a polvora por todos os lados do rosto. Sorte que tem o óculos, senão estaria cega agora hehehe.

Depois o Ronan também atirou com a AK47 e eu atirei com a UZI, que depois do nivel HARD hahaha foi facinho. Leve, precisa, brincadeira de criança hahahaha.

Como eu não tinha força pra segurar o coice que a arma dá quando dispara, o Michael ficava segurando meu ombro, pra eu não sair atirando em todo mundo acidentalmente hahahahaha.

No final, ele nos levou pra mesma salinha onde nos deu o treinamento e foi muito legal. Se despediu, nos deu uma lembrança de "guerra", tiramos uma foto juntos... Super atencioso e gente boa. Recomendadíssimo.



Na saída, a gente foi até o balcão pra pagar e a menina disse que a gente já tinha pago. Mas, eu não me recordava. Na minha cabeça a gente não tinha pago ainda. E ela achou estranho porque é uma regra só poder entrar na sala de tiros depois de pagar. Eles se desculparam pela confusão e agradeceram por sermos honestos.

O pacote é caro, saiu quase 400 dolares pros dois. Mas a experiência foi incrível.

Depois da dose extra de adrenalina, voltamos pro carro e fomos em direção a Fort Lauderdale. Eu adoro essa praia. Pena que estava chovendo e não deu pra sair do carro. Passeamos pela orla e a fome bateu.



O Ronan deu uma ideia incrível nessa hora. Vamos almoçar no Cheesecake Factory? Eu aceitei na hora, estava louca pra repetir o melhor restaurante da viagem hahahaha. Foi a melhor ideia de todas.

A gente foi no Sawgrass Mill só pra comer hahahahaha. Corremos da chuva, pegamos uns 15 minutos de fila de espera da mesa e repetimos nosso prato de lanche e nossas sobremesas favoritas hmmmmm... Comi uma fatia de felicidade chamada Cheesecake de Oreo hahahaha.

Depois de comer até explodir, a gente voltou pro hotel pra descansar um pouco. E no final do dia chamamos as meninas e fomos no shopping pra ir no cinema.

Chegamos lá e estava quase começando uma seção de Jogos Vorazes A Esperança pt 1.

Foi aquela correria pra comprar ingressos, as meninas compraram algo pra comer e fomos pra sala. Lá, as salas não tem poltrona marcada, e como o filme tinha acabado de entrar em cartaz, a sala estava cheia e só tinha sobrado lugar ruim hehehehe.

Mas tudo bem. Como passa muuuuito trailler, não perdemos o começo do filme hehehehe. Eu entrei antes pra pegar lugar enquanto as meninas compravam comida.

Antes de começar o filme deu um barulho de água caindo... Muita água. Depois descobri que um menino na fileira onde eu estava tinha deixado um copo de uns mil litros de refrigente cair em cima dele. A susposta mãe no menino não conseguia parar de rir hahahahaha e eu ouvia ele dizendo "Oooow my gooood" sem parar.

Eu não lembrava do filme anterior dessa saga, então, fiquei viajando no começo do filme. Mas depois fluiu hahahahaha. Eu gosto de viajar e fazer programas não tão turísticos. E é dificil ver não americanos no cinema. Adoro me sentir parte do local que estou visitando.

O filme acabou e, ao inves de ir pro hotel a gente foi comer, é claro.

Paramos no iHop e foi a segunda melhor coisa do dia hahahahaha. Gente, eu nunca tinha comido tão bem num iHop. E o atendimento era espetacular. Pena que não marquei o endereço. O garçom era todo malucão e fazia um monte de piada que a gente não entendia, mas, ria do mesmo jeito hahahahaha.

Mas foi o melhor waffle que já comi na minha vida. E eu nem estava com fome. Parabéns aos envolvidos hahahahaha.



Agora sim, depois de encher a pancinha, voltamos pro hotel.

E nos preparamos para o último dia de viagem. Era de cortar o coração :(


Um beijo.


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2 comentários:

  1. Olá...muito interessante as explicações. Parabéns e obrigado pelas dicas. Uma pergunta: tem treinador que fale espanhol ou só em inglês sobre o manuseio das armas?

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    1. Oi Renato, obrigada 😊 Então... no dia que eu fui tinham apenas americanos, mas, como muita gente fala espanhol em Miami você pode ter sorte de conseguir alguém que fale por la hehe... beijos

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