segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Cristo Redentor, Barra da Tijuca e praia de Icaraí em Niteroi

- Viagem final de semana no Rio de Janeiros - Segundo dia e volta

Nesse dia acordamos cedinho e tomamos café no hotel (o Ibis cobra 16 reais por pessoa). Eu abri a janela para ver a nossa vista e pra minha surpresa, de um lado estava o pão de açúcar e do outro lado a ponte Rio Niterói, vista linda.

Depois do café nos preparamos para sair, pois era dia de ir no Cristo Redentor. O ingresso do trem do Cristo tem hora marcada e como sabíamos da dificuldade das ruas e de estacionamento, saímos bem cedo (nosso horário era as 11 horas) e tínhamos que chegar lá com 30 minutos de antecedência.

Uma coisa que me chamou a atenção no Rio são os paredões de pedra. Os morros, na maioria, são de pedra. É impressionante.

No caminho, paramos numa farmácia (que estava lotada e com falta de remédios pro estômago - eita carnaval). Fomos abordados por um motorista super grosso que disse que estávamos na vaga dele. Saímos para não puxar briga.

Com muito custo, chegamos na estação do trem que sobe no Cristo Redentor. Mas quem disse que foi fácil achar estacionamento? No fim, achamos um estacionamento fechado que custava 5 reais cada meia hora. Entramos na estação nos últimos minutos. Pegamos nosso ingresso e esperamos a hora do nosso trem. Perguntei para uma das meninas da organização e ela disse que o melhor lado do trem era o lado direito e estava certa, a vista mais bonita é do lado direito.

Notei que os cariocas tem um problema sério com direita e esquerda. A maioria fala uma coisa e aponta pro lado errado. Acho que é um mal generalizado.

La embaixo tem lojinhas, lugares para tirar foto, lanchonete, etc. Sabe o que eu mais fiquei chocada? Um picolé da kibon custa em torno de 9 a 13 reais. E isso em qualquer parte da cidade.

Nosso trem chegou, demora 20 minutos entre um trem e outro. A subida é bem íngreme. E eu achei curioso o fato de que no meio do morro, da floresta, existem algumas casas. A vista em alguns pontos é bem bonita, em outros pontos é só mato ou paredão de pedra. Numa dessas paradas, fica um senhor vendendo água por 2 reais, eu tomei a água e não morri, acho que é de boa procedência hahaha.

Ele faz algumas paradas. Mas no fim, chegamos. Lá em cima tem vários lances de escadas (ou você pode ir de elevador + escada rolante). Em cada lance de escada tem varias lojinhas.

Achamos a lembrancinha que eu queria... Ebaaa... Subimos... Subimos e chegamos. Lá estava ele, imenso, de braços abertos com o sol no seu topo. Tinha muita gente e estava muito quente. Mas valeu a pena. Além de ver ele de pertinho a vista lá de cima é linda. Podemos ver o pão de açúcar, as praias, a ponte e até o Maracanã.

Tiramos fotos, recebemos bênçãos, apreciamos a vista e descemos. O banheiro do local onde se espera o trem da descida é precário e nem estava funcionando.

Descemos de trem e fomos pegar o carro. Dalí fomos até um shopping na Barra da Tijuca (melhor idéia de tivemos: ar condicionado),o Barra Shopping. Tivemos uma vista incrível da favela da rocinha, um tanto assustadora hehehehe.

A vista da praia da barra também é bem bonita. Esse trajeto tem vários túneis. Alguns deles são imensos.

Nessa região tem vários shoppings e muita gente rica, clubes, jet ski. Almoçamos no shopping e eu tomei um sorvete delícia (sorvete Itália) que me lembrou os sorvetes da California.

Na volta, passamos pela entrada da cidade de Deus (medo) e atravessamos a cidade. Nosso próximo destino: praia. A idéia principal era ir ao Arpoador, mas é claro que não achamos estacionamento. Na noite anterior eu pesquisei estacionamento privativos naquela região e encontrei a rede gepark. Mas no fim, depois de muito andar, achamos um estacionamento estapar. Pena que ia fechar as 19h (como assim???). Fomos pra praia, passamos por um bloco de carnaval, estendi a canga e ficamos apreciando o por-do-sol (muita maconha rolando ao nosso redor e praia suja).

Quando faltava alguns minutos para fechar o estacionamento, a gente voltou, pegou o carro e voltou pro hotel.

Passamos várias vezes pela lagoa Rodrigo de Freitas, mas não chegamos a parar.

Depois de alguns blocos de carnaval e ruas fechadas, chegamos no hotel.

Tomamos um banho, nos arrumamos e saímos de novo. Destino: atravessar a ponte Rio-Niterói. E esse foi um grande desafio. O caminho sugerido pelo GPS era uma ponte que não existe mais. As informações que nos davam na rua não nos ajudava. Demoramos demoramos mas conseguimos. A ponte é muito legal, navios imensos, plataformas de petróleo, tudo bem legal.

Chegando em Niterói, tentamos uns barzinhos, que ficavam num lugar bem sinistro. Desistimos. Voltamos pra rua principal pra procurar um posto de gasolina e pedir informação. Achei a cidade bem pobre e simples. Achamos um posto e nos indicaram conhecer Icaraí.

Fomos beirando a Orla e realmente o lugar é lindo. Avistamos a famosa construção do Oscar Niemeyer (Museu de Arte), e percorremos toda a orla onde o pessoal fica nas barraquinhas ou jogam vôlei na areia. No final tinha dois restaurantes, onde a gente jantou. Nada de mais, comida não muito boa. Mas fomos muito bem atendidos. Pedimos um prato errado que ninguém gostou nem quis comer, o garçom não cobrou.

Voltamos e passeamos pela orla. A vista é linda. De lá avistamos o pão de açúcar e o cristo.

Pegamos o carro e voltamos pro Hotel. Mais um desafio. Nos perdemos muito, andamos em círculos, em lugares sinistros, a bateria do celular estava por um fio. Mas nos últimos segundos, achamos o hotel. Hora de dormir.

Acordamos cedo, tomamos café e era hora de dar tchau pro Rio. Fiquei pasma com o checkout do hotel, super rápido.

Mais um desafio: Sair do Rio. E isso acabou atrasando nosso retorno. Devíamos chegar em São Paulo as 12h, chegamos quase 16h. Mas tudo valeu a pena e foi perfeito. Ficou várias coisas por fazer, o que nos dá vários motivos pra voltar.


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